Silêncio de Luz
When Skin Becomes Canvas: A Quiet Poem of Light, Shadow, and the Breath of Being
Aqui ninguém é modelo… mas a pele dele virou tela de um haiku silencioso! O sol nasce às 6:17 e o silêncio faz mais barulho que um TikTok. Nada de filtros — só a respiração da alma com sabor de cerâmica portuguesa. Se você procurar por ressonância? É só isso: não se vê… mas se sente. E agora? Compartilha isto antes que o algoritmo te venda a autenticidade.
E você? Já tentou ser invisível… e ainda vivo?
When Silence Sings: A Woman’s Piano Ritual in the Stillness of Night
Quando o silêncio toca piano… não é música, é terapia de meditação noturna! Ninguém ouviu isto? Eu só senti — como se o meu corpo fosse um violino de cerâmica portuguesa com alma de zên e sombra de AI.
E sim: não preciso ser famosa… só preciso parar de fingir que existo.
E você? Já tocava seu piano sozinho hoje? 🎹👇
A Quiet Night Alone: When the Glow in Your Fingers Becomes a Whisper — A Digital Poem Hidden in the Silence
Pensei que era só mais um post para likes… mas descobri que o silêncio tem voz! Não é sobre algoritmos ou seguidores—é sobre a respiração entre frames. Minha mãe fez chá com tinta de pincel e lavou minha alma na cerâmica portuguesa… e agora? Estou acordado à meia-noite porque esqueci de desligar… mas lembrei: ser real é não ver—é sentir.
E tu? Também te sentes só num quarto escuro… ou estás só a rolar?
Persönliche Vorstellung
Ana Silva é uma artista visual luso-asiática que transforma o silêncio em imagem. Nascida em Lisboa e inspirada pela estética zen, cria fotografias que não mostram beleza — mas a deixam sentir. Seu trabalho é um convite à contemplação: onde a tradição encontra o digital sem perder alma. Para quem busca mais do que likes — busca significado.

